16 outubro 2017

Miguel Sousa Tavares ou ...

... como é possível
descer tão baixo ?


Esta noite, na SIC Notícias, discutindo os incêndios, por quatro vezes Miguel Sousa Tavares referiu as inúmeras reuniões entre PS e PCP e BE sobre o Orçamento (isto é, «pensões», «IRS»» e «funcionários públicos») e lançou para o ar a pergunta sobre quantas reuniões tinham tido sobre incêndios?

Sinceramente, embora conhecendo de ginjeira os esquemas de pensamento, o espírito de classe e o estilo do sujeito, não o julgava capaz de descer tão baixo ao usar um termo de comparação tão absurdo mas, pensadamente, de algum efeito na opinião pública. 

Sobre isto apenas três pontos carregados de desprezo:
1. a envenenada comparação perguntada por MST é do mesmo nível ou pior que se eu perguntasse quantos artigos no Expresso escreveu MST depois de Pedrógão Grande ou seja nestes últimos 4 meses;
2. como é evidente, tirando a produção legislativa, as questões ou medidas relativas à prevenção ou combate aos incêndios são da esfera governativa e não do âmbito parlamentar;
3. ainda assim, caiu sobre MST o chamado azar dos Távoras pois, na passada sexta feira, foi aprovada na Assembleia da República, uma Lei, com origem num projecto-lei do PCP, que estabelecia “um conjunto de medidas urgentes de apoio às vítimas, dos incêndios florestais de Pedrógão Grande e de reforço da prevenção e combate aos incêndios”que deve levar o Governo a usar da prerrogativa prevista no nº 4 do artigo 1º, que prevê o alargamento da sua aplicação a outros concelhos percorridos por incêndios florestais.»
Tudo visto, o que salta aos olhos é que também MST não perdoa nem se habitua a conviver com a solução política em vigor. E essa é que é essa !

PERGUNTA DE SENSO COMUM

"500 ignições num dia" -
será que algum dia sairá
um livro assim ?


 

Sem mais palavras

Uma madrugada trágica

Três mortos na capa do Público, 31 neste momento.

15 outubro 2017

Fora o tempo em que não havia Internet

A vingança da «cassete» !


Por causa do «caso Sócrates», é  vê-los agora às molhadas a vituperar e condenar a «subordinação do poder político ao poder económico», todos esquecidos que a expressão, as suas variantes e as denúncias que comportavam eram e são um «must» da sempre famigerada, muito criticada e gozada «cassete» do PCP e dos comunistas. Não há dúvida: às vezes demora, mas, atrás de tempo, tempo vem.

11 outubro 2017

Surpresas do futebol

Afinal a URSS não acabou !
 
Numa engraçada fotomontagem que leva por título «Portugal na Rússia dos Czares», o jornal « acaba por colocar cinco jogadores nacionais com um gorro com uma estrela vermelha que, que eu saiba, não era propriamente o símbolo dos czares mas de outra coisa. É o Centenário, digo eu.