25 maio 2017

É a CNN que o diz

Trump: o Robin dos
Bosques ao contrário



Orçamento de Trump: grandes presentes
para os ricos, grandes cortes para os pobres

«He would give a lot more money to the defense industry and wealthy taxpayers, and he would pay for that with an unprecedented slashing of safety net programs for America's poor.
It's a "tanks and tax cuts" budget.
Mick Mulvaney, Trump's budget director, spelled it out clearly for reporters on Monday. The largest savings in the budget come from these items:
1. Cuts to Medicaid (Over $600 billion in the next decade) 
2. Cuts to food stamps, known as SNAP ($193 billion over 10 years) 
3. Cuts to student loans ($143 billion over 10 years) 
4. Cuts to federal worker retirement programs ($63 billion over 10 years)
Mulvaney probably should have added a fifth bullet: Disability programs also get a massive haircut.
Advocates for the poor are stunned at the magnitude of the cuts.
It's a "reverse Robin Hood agenda," says the Center on Budget and Policy Priorities, a left-leaning think tank that is one of the top voices for low-income Americans in Washington.»
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18 maio 2017

É de Temer, não de temer

Notícias frescas
e boas do Brasil



Reparem que parece que só agora o Globo descobriu que a República
esta
va «grampeada» (escutada)

16 maio 2017

O barranco chama-se federalismo

Macron e S. Mateus

«Ao avançar para uma muito maior integração dos países da Zona Euro, que são essencialmente os do Ocidente e Sul da Europa, a criação de um Parlamento da Zona Euro, ou um ministro das Finanças comum,
[Macron] concretizaria a Europa a duas velocidades e consagraria uma das várias linhas de fronteira que hoje dividem a Europa. Deixaria de fora sobretudo as nações do Centro e Leste europeu, cavando a fractura que mais se alarga hoje na UE.»



perante isto, até  Juncker
faz figura de ajuizado



«As propostas de Macron não são revolucionárias – recuperam ideias que há muito circulam. E que são espinhosas, como alertou Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, ilustrando os seus riscos com o exemplo dos efeitos da existência de um euroministro das Finanças: “Teria o direito de alterar os orçamentos nacionais? Poderia interferir nas escolhas orçamentais aprovadas pelos Parlamentos de cada país?”, interrogou. “É preciso pensar duas vezes antes de se lançar como um desesperado nesta selva que é uma floresta ultraperigosa”, declarou.« (no Público)


"Deixai-os; cegos são e condutores de cegos; e se um cego guia a outro cego, ambos vêm a cair no barranco"(S. Mateus)